varejocast: 25 Reflexões – NRF2025

NRF2025 veio para balançar o mercado, mas e agora? O que realmente importa para o futuro do varejo?

📌 Reunimos 25 reflexões indispensáveis dos nossos parceiros direto de Nova York. É conteúdo que vai além da bolha!
⚡ Atualize sua visão de mercado e descubra o que faz sentido (e o que não passa de fumaça).

O Varejocast é um dos podcasts mais relevantes da área do varejo, indústria e cadeia de suprimentos. A Profa. Regiane Relva Romano esteve na NRF 2025 e foi convidada a participar do Varejocast para expressar o que encontrou de mais relevante na feira. Além de Regiane, outros especialistas também deixaram seus recados.

Confira o novo episódio do varejocast!

Participantes:

Célio Martinez
Stéfano Willig
Leandro Branquinho
Daniel Gentil
Arcione Piva
Regiane Relva Romano
Mauro Nomura
Carlos Alves
Fabiano Zortéa
Maurício Morgado
Juarez Leão
Michel Tauil
Fernando Ferreira
Henrique Campos Junior
Marcelo Kenji
Renato Mussacredi
Jorge BIFF
Fabi Nunes
Anelise Campoi

Fonte: https://www.linkedin.com/posts/varejocast_nrf2025-veio-para-balan%C3%A7ar-o-mercado-mas-activity-7285611801767989249-z_ez?utm_source=share&utm_medium=member_android

Tecnologia vai avançar no dia a dia do consumidor brasileiro

Tecnologia vai avançar no dia a dia do consumidor brasileiro

O consumidor que assistiu a uma invasão de caixas automáticos em redes como Pão de Açúcar, Renner ou Leroy Merlin, nos últimos anos, pode se preparar para mais mudanças no setor.

Há uma maior movimentação nos bastidores dos grandes grupos que afetará a tecnologia nas lojas de forma mais rápida e visível do que na última década.

Não dá para esperar uma grande invasão tecnológica, perto do que se vê na China ou EUA, pelas questões de alto custo do capital no país e orçamentos mais limitados. Mas será mais veloz, após um avanço na área já impulsionado pela pandemia, dizem executivos presentes na principal feira do setor, a Retail’s Big Show, em Nova York.

“Antes, ouvíamos as empresas dizerem que tudo era impossível, que era caro, mas a cabeça aos poucos foi mudando, porque quem não avançar vai ter sérios problemas de competitividade lá na frente”, disse Regiane Romano, diretora da Vip Systems, há 28 anos acompanhando a feira no setor.

Segundo ela, até o momento há quatro ondas principais que caracterizam a inteligência artificial no mundo, e o Brasil estaria na terceira onda, ligada à gestão de dados, o “Big Data”.

Essa fase envolve o trabalho de captação e uso de informações dos consumidores, como dados pessoais e preferências de compra. É algo crucial para se conseguir realmente ter um modelo ágil de inteligência artificial, que no Brasil caminha aos poucos.

Os EUA, por sua vez, já estariam na quarta fase, com um uso mais eficiente de dados personalizados na IA. Romano esteve
acompanhando executivos brasileiros nas visitas à feira de lançamentos, na delegação da consultoria Gouvêa Ecosystem.

Esse avanço um pouco maior no país ocorre por duas razões principais: o forte barateamento de tecnologias que já escalaram no mundo, e chegam ao Brasil com preços competitivos, e a necessidade de as empresas reduzirem mais custos operacionais.

Como o varejo brasileiro é altamente pulverizado, com boa parte da receita concentrada nas mãos de cadeias médias e pequenas espalhadas pelo país, esses dois fatores pesam na hora de as empresas decidirem investir.

Para se ter uma ideia desses preços de equipamentos e softwares parte deles expostos no evento – uma única etiqueta inteligente (para um item) custava pouco mais de US$ 100, e com produção limitada há cerca de 30 anos. Atualmente, é possível comprá-la de diversos fabricantes por US$ 0,05 a US$ 0,07 cada, dizem fornecedores ouvidos na “Big Show”.

Ainda pesa o fato de que novos sistemas e equipamentos que estão à venda hoje diminuem ineficiências e perdas, como fraudes, roubos ou falta de produtos nas lojas.

Mesmo que as empresas falem do foco único em investir para melhorar a vida do cliente, o fato é que a redução de gastos também motiva bastante essa busca.

Na visão de especialistas ouvidos, os avanços que o comprador vai perceber nas lojas, no curto prazo, devem estar ligados,
principalmente, às formas mais fluídas e interativas de fazer a compra e de pagar as mercadorias, e ambientes de lojas que podem ficar mais seguros.

Isso ocorrerá em decorrência, em parte, da etiqueta inteligente, já em implementação no país há anos, e que já vem se espalhando para redes de varejo médias. E também pelas câmeras com visão computacional, instaladas nas lojas.

No caso das etiquetas, elas funcionam com um “microchip” que emite ondas de radiofrequência nos produtos. Por meio delas, é possível não apenas “ler” o item na hora que se passa pelo caixa, mas gravar informações. E isso faz toda a diferença, porque pode diminuir desvios e perdas de mercadorias.

Por exemplo, se o cliente pegar um determinado produto e passar pelo caixa sem pagar, a radiofrequência grava a informação daquele item específico. E como ela está interligada a outros sistemas de segurança, é enviado um aviso para esses sistema e, depois, para a equipe de gestão da loja.

Além disso, ocorre uma melhora do mapeamento dos inventários e dos estoques, com a entrada e saída de produtos. E ajuda a identificar com mais rapidez o que tem apresentado maior ou menor demanda.

“O problema hoje, em muitas redes médias, é que o cliente quer a camisa preta M, por exemplo, e não a branca P, mas chega na loja e não encontra porque as informações sobre estoque estão desatualizadas. A etiqueta com radiofrequência vem mudando isso”, afirma um fornecedor de sistemas para redes de moda.

Em relação às microcâmeras, tratam-se de espécie de um subsetor da inteligência artificial. Ela permite a análise de imagens e vídeos, e opera como se fosse um “olho inteligente”, ao contrário de câmeras tradicionais.

Com as microcâmeras, é possível mapear fluxos de tráfego nos pontos, por exemplo, e identificar, por fluxos de calor, como algum corredor pode ter uma aglomeração maior de pessoas por qualquer problema.

Pela exposição de tecnologias na “Big Show”, varejistas brasileiros buscaram mais informações sobre sensores ligados à IA.
Segundo Fabio Faccio, CEO da Renner, na década passada, o mercado tinha um número menor de fontes de informação, e os investimentos eram menores no setor.

“Nós consultávamos revistas, desfiles, o que se usava nas ruas em países diferentes. Isso cresceu muito e as fontes são mais diversas e, para você capturar, filtrar e tomar as decisões, o uso de inteligência artificial ajuda muito o time a tomar decisões acertadas”, disse o executivo, que participou nesta semana do evento em Nova York.

A italiana Datalogic apresentou na feira um sistema que lê códigos de barra nos caixas, e identifica, em tempo real, eventuais trocas de código entre produtos, como forma de se pagar menos por determinada mercadorias. A empresa não menciona, em seu estande na feira, o preço do sistema, pois depende do volume a ser implementado.

Na americana Avery Denison, havia exposta uma etiqueta por radiofrequência que conecta informações de venda dos produtos na loja física e no digital.

Isso ajuda a ter uma baixa de estoque mais rápida, e evita que o consumidor compre determinado item no site, e depois, receba a informação em seu e-mail que a mercadoria já havia sido vendida na loja.

https://valor.globo.com/empresas/noticia/2025/01/15/tecnologia-vai-avancar-no-dia-a-dia-do-consumidor-brasileiro.ghtml

6ª Reunião Ordinária da Comissão Extraordinária de Inovação, Tecnologia e Cidade Inteligente

6ª Reunião Ordinária da Comissão Extraordinária de Inovação, Tecnologia e Cidade Inteligente

A convite do Presidente Vereador Sansão Pereira, a Profa. Dra. Regiane Relva Romano participou da 6ª Reunião Ordinária da Comissão Extraordinária de Inovação, Tecnologia e Cidade Inteligente, que foi realizada, no dia 11 de dezembro, às 11h, na Sala Tiradentes, no formato semipresencial.

A pauta da reunião contou com os seguintes temas:

  1. Os desafios da tecnologia aplicada na gestão de condomínios e como essa experiência pode ser aplicada no setor público. (VIP-Systems / Facens)
  2. Aplicações de monitoramento e mobilidade integrados com Cidades Inteligentes, com foco na administração pública. (SONDA)
  3. Casos de Uso dos Gêmeos Digitais e como isso impacta o setor de processamento e telecomunicações. (BELL LABS);
  4. Modelos estratégicos de planejamento urbano sustentável, com foco na inclusão digital, desenvolvimento social e acessibilidade com a proposição de modelos de receitas acessória. (FUNDAÇÃO VANZOLINI).
Visita no Einstein da Diretoria da Facens

Visita no Einstein da Diretoria da Facens

A Diretoria da Facens e a sua Mantenedora tiveram a honra de conhecer os projetos sociais do Einstein em Paraisópolis.

Eles visitaram as instalações da Faculdade de Medicina e a seguir, foram conhecer o Campus da Francisco Morato. Foi um dia muito enriquecedor e de muitas trocas de conhecimentos!

A Facens agradece a receptividade dos colegas do Einstein e espera que essa visita gere ótimos frutos para ambas as instituições!

IV Seminário de Sustentabilidade

IV Seminário de Sustentabilidade

A Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) realizou, no dia 12 de novembro, o IV Seminário de Sustentabilidade na Universidade, no Cine-Auditório Wilson Valentim Biasotto, na Unidade 1 da instituição. O evento aconteceu das 7h às 17h e reuniu palestrantes e especialistas de diferentes instituições para discutir práticas sustentáveis ​​e a aplicação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em ambientes acadêmicos.

O evento foi aberto ao público, tendo como público-alvo os acadêmicos da UFGD e das demais Instituições de Ensino Superior de Dourados: Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran) e Faculdade Anhanguera.

PROGRAMAÇÃO

A programação começou às 7h com o credenciamento e a abertura oficial. Às 8h, aconteceu a palestra “Sustentabilidade e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, destacando a importância dos ODS no contexto global e local.

Na sequência, foi realizado o lançamento de uma cartilha digital voltada para a temática da sustentabilidade no ambiente universitário.

Às 9h30, uma mesa de conversa reuniu representantes de instituições de ensino de Dourados para trocar experiências sobre como a sustentabilidade tem sido incorporada em seus ambientes acadêmicos. A mesa será mediada pela professora Elizabeth Matos Rocha (UFGD), e contará com a participação dos docentes Danielle Cristine Pedruzzi (UNIGRAN), Evandro Luís Souza Falleiros (IFMS), Fábio Aparecido Júlio (Anhanguera), Etienne Biasotto (UFGD) e da engenheira ambiental Flávia Fogaça (UEMS).

No período da tarde, das 13h30 às 17h, os participantes puderam vivenciar práticas sustentáveis ​​durante uma visita ao Horto de Plantas Medicinais e Hortaliças da UFGD. O workshop incluiu atividades como o replantio de mudas, com os participantes podendo escolher variedades para levar para casa e cultivar. O horto promove a preservação da biodiversidade e reforça a importância do cultivo sustentável e da saúde por meio de práticas agroecológicas.

O seminário foi uma realização da Divisão de Gestão Ambiental da UFGD e buscou ofertar ao público acadêmico aprendizados sobre sustentabilidade institucional e os ODS. “O Desenvolvimento sustentável é um tema central para enfrentar os desafios sociais e ambientais contemporâneos. Entendemos que os futuros profissionais que estão sendo formados nas Instituições de Ensino Superior de Dourados precisam ser sensibilizados sobre questões ambientais, bem como precisam ser capacitados nessa temática. Nosso seminário busca evidenciar conceitos básicos que tornarão nossos egressos profissionais mais competitivos no mercado de trabalho. Além disso, o evento oferece uma experiência prática no workshop do horto, inspirando mudanças no dia-a-dia e no ambiente acadêmico, com o objetivo de promover um futuro mais sustentável”, avaliou a engenheira ambiental Beatriz Marin Cristaldo, da equipe de organização do evento.

BHB Festival 2024

BHB Festival 2024

No dia 29/11, a Professora Regiane Relva Romano participou do BHB Festival, palestrando sobre IA na saúde das pessoas e do planeta: Transformações com a Biotecnologia.

Durante a palestra, discorreu sobre a Transformação Digital e o impacto das novas tecnologias, da Inteligência Artificial, da Manufatura Aditiva, da IoT e das tecnologias AIDC na Saúde e no mercado. E apresentou cases do Brasil e do mundo sobre as inovações que estão mudando como vivemos, convivemos, nos cuidamos e nos alimentamos.